Segundo a polícia, presos integravam a equipe que organizou e realizou a atividade em Limeira

Segundo a polícia, presos integravam a equipe que organizou e realizou a atividade em Limeira

Reprodução/Redes sociais - 13.jun.2026

20.jun.2026 (sábado) - 15h58 Siga o Poder360 no Google

A Polícia Civil de São Paulo prendeu temporariamente 3 pessoas neste sábado (20.jun.2026) na investigação sobre a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que morreu em 13 de junho durante um salto de rope jump na chamada Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP).

As ordens foram expedidas pela 2ª Vara Criminal de Limeira e têm validade de 5 dias. Foram presos uma mulher de 29 anos, no Rio de Janeiro (RJ), e 2 homens, de 25 e 27 anos, em Limeira e Indaiatuba, respectivamente.

A Justiça também autorizou buscas nos endereços dos investigados. Policiais apreenderam celulares, equipamentos eletrônicos e outros materiais que podem ajudar a esclarecer o caso.

Segundo a delegada Andréa Levy, responsável pelo inquérito, os 3 presos integravam a equipe encarregada de organizar e executar a atividade.

“No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam possível supressão de provas relevantes para a investigação, especialmente relacionadas ao desaparecimento do equipamento de captação de imagens utilizado pela vítima durante o salto”, afirmou.

A investigação também identificou indícios de que conteúdos digitais relevantes para o caso foram excluídos depois da morte. As suspeitas fundamentaram os pedidos de prisão temporária e de busca e apreensão apresentados pela Polícia Civil.

A polícia apura a possível prática de crimes dolosos contra a vida, na modalidade de dolo eventual, e fraude processual.

Segundo o diretor do Deinter 9 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior 9), Kleber Altale, as diligências continuam para esclarecer as circunstâncias da morte, identificar os responsáveis e localizar a câmera usada por Maria Eduarda durante o salto. O equipamento é considerado importante para a reconstrução do caso.

Outros 3 instrutores, presos em flagrante no dia da morte, continuam detidos. A Justiça converteu as prisões em preventivas.

Este texto foi publicado originalmente pela Agência SP em 20 de junho de 2026, às 14h42. O conteúdo é livre para republicação, citada a fonte, e foi adaptado para o padrão do Poder360.