Dominantes no primeiro tempo, os Estados Unidos venceram a Austrália por 2 a 0 na segunda rodada do Grupo D da Copa do Mundo de 2026, nesta sexta-feira (19), em Seattle, e asseguraram com uma rodada de antecedência a classificação para a fase de 32 seleções, o primeiro mata-mata desta edição ampliada, com 48 países. Leia mais (06/19/2026 - 18h10)
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19.jun.2026 às 18h10 Atualizado: 19.jun.2026 às 19h44
Dominantes no primeiro tempo, os Estados Unidos venceram a Austrália por 2 a 0 na segunda rodada do Grupo D da Copa do Mundo de 2026, nesta sexta-feira (19), em Seattle, e asseguraram com uma rodada de antecedência a classificação para a fase de 32 seleções, o primeiro mata-mata desta edição ampliada, com 48 países.
Com a vitória, os americanos chegaram a seis pontos e assumiram a liderança isolada do Grupo D. É a quarta vez seguida que os EUA passam da primeira fase da Copa.
O resultado dos americanos nesta sexta consolida o bom desempenho dos três países anfitriões do Mundial de 2026. O México estreou ganhando por 2 a 0 da África do Sul e depois bateu por 1 a 0 a Coreia do Sul, sendo a primeira seleção a se garantir na etapa de mata-mata.
O Canadá conquistou sua primeira vitória no Mundial, uma goleada por 6 a 0 contra o Qatar, depois de empatar com a Bósnia e Herzegovina por 1 a 1. Agora com quatro pontos, também está perto de se garantir na próxima fase.
Os Estados Unidos abriram o placar aos 11 minutos com um gol contra de Cameron Burgess, após cruzamento pela esquerda do artilheiro Folarin Balogun, que tem dois gols no torneio.
A goleada dos EUA de 4 a 1 sobre o Paraguai, no jogo de abertura do grupo, havia começado da mesma forma, com um gol contra –do volante são-paulino Damián Bobadilla.
O gol no início ajudou a tranquilizar a torcida americana, preocupada com a ausência do atacante Christian Pulisic, um dos astros do time. Ele ficou de fora do duelo com a Austrália por causa de uma lesão na panturrilha esquerda sofrida contra o Paraguai.
Alex Freeman ampliou o placar de cabeça, aos 43 minutos, em gol validado na checagem do VAR (árbitro de vídeo) após suspeita de impedimento —Balogun estava em posição irregular, mas não participou da jogada.
Bem organizada, a equipe dos EUA dominou a partida no primeiro tempo e obrigou a Austrália a permanecer no campo de defesa, com raras oportunidades de contra-ataque.
"Os EUA foram excelentes. A Austrália foi péssima." Foi assim que o ex-atacante da seleção inglesa Wayne Rooney sintetizou o primeiro tempo durante a transmissão da BBC.
O domínio americano acabou no segundo tempo, com muito mais oportunidades claras de gol para a seleção da Oceania após as substituições feitas pelo treinador Tony Popovic.
A pressão, porém, não foi suficiente: a Austrália desperdiçou todas as chances de diminuir o placar, e o duelo terminou no placar construído pelos EUA no primeiro tempo.
"Foi um jogo fantástico novamente. Primeiro tempo muito bom. Dominamos a partida contra um adversário muito difícil", avaliou o técnico dos EUA, o argentino Mauricio Pochettino, em entrevista à Fox Sports.
Enquanto conversava com a imprensa à beira do campo, foi interrompido por gritos de "Pochettino! Pochettino!" e agradeceu à torcida americana: "Eu havia dito: a Argentina tem fãs sensacionais, mas os nossos torcedores estão se igualando a eles".
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