A Amazon lançou ontem (18) no Brasil a Alexa+, nova geração da assistente que agora aposta em inteligência artificial para conversar de forma mais natural e executar tarefas complexas. Mas fica o questionamento: precisamos mesmo de uma nova Alexa?Quand

A Amazon lançou ontem (18) no Brasil a Alexa+, nova geração da assistente que agora aposta em inteligência artificial para conversar de forma mais natural e executar tarefas complexas. Mas fica o questionamento: precisamos mesmo de uma nova Alexa?

Quando a Alexa chegou ao país, em 2019, o grande apelo era dar comandos diretos de voz: tocar música, colocar despertador, ligar a luz e controlar outros dispositivos da casa.

Sete anos depois, muita gente parece viver uma nova fase da relação com assistentes; depois do encantamento inicial, elas acabaram ficando restritas a poucas tarefas do dia a dia. A bola da vez são os sistemas com IA generativa, como ChatGPT e Gemini.

Com a Alexa+, a Amazon tenta dar um novo fôlego, transformando a Alexa em um agente que entende contexto e toma decisões.

Quem já testou a novidade nos Estados Unidos, onde ela já funciona desde o ano passado, descreveu uma experiência diferenciada: a conversa de fato ficou mais natural e contextualizada, mas nem sempre mais eficiente. Alguns usuários relataram que a Alexa+ é menos consistente em tarefas que a Alexa tradicional já fazia bem, como controlar dispositivos, seguir rotinas e executar comandos rápidos.

A Amazon explica que sua arquitetura "agnóstica" usa mais de 70 modelos de IA trabalhando em conjunto e que, a cada solicitação, a assistente escolhe automaticamente qual utilizar, dependendo da complexidade da tarefa.

Na teoria, isso torna a experiência mais flexível e completa. Na prática, o tempo de resposta pode aumentar, deixando um silêncio constrangedor entre a assistente e o usuário.

No fim das contas, queremos uma conversa profunda para apagar a luz ou rapidez?

Dito isso, vamos entender o que muda.

O serviço está na fase de "Acesso Antecipado", que é gratuito para todos.

Interessados já podem dar o comando "Alexa, quero Alexa Plus" diretamente para o seu dispositivo ou se inscrever pelo site amazon.com.br/alexaplus. Durante as próximas semanas, o acesso será liberado gradativamente.

Outra opção para receber a Alexa+ imediatamente é comprar qualquer dispositivo Echo ou Fire TV na Amazon.

Após o período de testes, que ainda não tem data definida para acabar, ela será liberada para todos. Os preços serão:

Pela diferença de preço, a Amazon claramente está posicionando o Prime como a opção mais vantajosa para usar a Alexa+, afinal, a assinatura já inclui frete grátis, Prime Video, Music e outros benefícios.

Assinatura dá acesso à Alexa +, frete grátis, Prime Video e outros benefícios. Ganhe 30 dias grátis de teste; depois disso, o plano mensal custa R$ 19,90 e o anual, R$ 166,80 (12x de R$ 13,90).

Na prática, a Alexa está menos robótica: em vez de responder comandos isolados ("acenda tal luz", "coloque tal música"), ela tenta entender o contexto, acompanhar conversas e executar as ações, mesmo sem darmos a ordem direta. Veja as principais novidades:

Boa notícia: todos os dispositivos já vendidos oficialmente no Brasil são compatíveis, com execeção dos fones de ouvido Echo Buds. A Amazon diz que mais de 98% dos Echos e Fire TVs ativos no país funcionam com Alexa+.

Os aparelhos melhor preparados para aproveitar os novos recursos, pois foram projetados para eles, com processadores mais potentes, são os novos Echo Show 8, Echo Show 11, Echo Dot Max e Echo Studio.

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