A polícia de Nova York precisou agir com contundência

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A histórica vitória dos Knicks na NBA após 53 anos desencadeou uma celebração em Nova York que rapidamente se transformou em caos. A festa comemorativa escalou para atos de vandalismo, exigindo forte intervenção policial com esquadrões antimotim e cavalaria. Entenda a noite de euforia e tumulto.

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

O quinto jogo das finais da NBA, que garantiu o tão aguardado título da liga americana de basquete aos Knicks após 53 anos de jejum, foi disputado em San Antonio, no Texas, casa dos Spurs. O placar apertado de 94 a 90 encerrou a série em 4 a 1 e entregou o troféu à equipe nova-iorquina. Porém, a mais de 2 500 quilômetros dali, a celebração dos eufóricos torcedores em Nova York rapidamente saiu de controle na noite do sábado 13 — e rendeu imagens chocantes. Enquanto multidões se reuniam nas ruas para acompanhar a transmissão ao vivo, a festa ao redor do Madison Square Garden logo se transformou em caos incontrolável. Para conter os crescentes distúrbios e a violência, a polícia de Nova York precisou agir com contundência: esquadrões antimotim equipados com cassetetes, fortemente apoiados por unidades montadas a cavalo, foram mobilizados para afastar e dispersar os milhares de fãs que tomaram as vias ao redor do ginásio. A ação policial rigorosa se tornou inevitável diante da baderna que dominou as ruas durante a madrugada. Grupos de vândalos subiram em viaturas e despedaçaram seus vidros; outros invadiram e incendiaram ônibus da Copa do Mundo na Times Square. O saldo dos tumultos culminou em 63 prisões e dez policiais feridos em toda a metrópole. Os torcedores detidos pelas autoridades agora enfrentam sérias consequências legais — as acusações incluem agressão a policiais, posse ilegal de arma, danos à propriedade e conduta desordeira em Manhattan.

Publicado em VEJA de 19 de junho de 2026, edição nº 3000