Time falado em ensaio realizado antes da abertura dos portões é bem diferente do adotado na estreia

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19.jun.2026 às 17h43 Atualizado: 19.jun.2026 às 18h02

Marcos Guedes Luciano Trindade

Antes de os portões do Lincoln Financial Field serem abertos ao público para a partida entre Brasil e Haiti, pelo Grupo C da Copa do Mundo, houve testes no sistema de som. E eles indicaram uma escalação da seleção brasileira com cinco alterações em relação à escalação adotada na primeira rodada, no empate por 1 a 1 com Marrocos.

A simulação, feita antes das 16h30 (17h30 de Brasília), teve a música de entrada das equipes em campo, "Sirius", famosa graças ao Chicago Bulls de Michael Jordan, e os hinos das duas nações. Em seguida, foram anunciados os times que deverão ser dirigidos por Carlo Ancelotti e Sebastién Migné.

Se a formação que ganhou as caixas de som da arena é mesmo a oficial, o Brasil entrará em campo da seguinte maneira: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Fabinho, Danilo Santos, Luiz Henrique e Matheus Cunha; Raphinha e Vinicius Junior.

As novidades seriam Danilo, Fabinho, Danilo Santos, Luiz Henrique e Matheus Cunha. E iriam para o banco de reservas Ibañez, Casemiro, Bruno Guimarães, Lucas Paquetá e Igor Thiago. De acordo com a Fifa (Federação Internacional de Futebol), as escalações são divulgadas cerca de uma hora antes do apito inicial.

O Brasil, é verdade, não foi a única das seleções tradicionais com dificuldade no início do torneio. A Espanha, por exemplo, apontada entre as grandes candidatas ao título, ficou no 0 a 0 com Cabo Verde, estreante no Mundial.

O jogo foi citado por Danilo quando ele previu dificuldades diante do Haiti.

"Meus amigos, vocês viram como Cabo Verde se defendia contra a Espanha? Além da questão de ter uma linha de seis ou sete defensores, os caras deixavam a vida em cada bola. É aquela coisa de se entregar, ir além, para defender o resultado e fazer um papel bonito na Copa do Mundo contra um favorito", observou.

Será com essa mentalidade que os haitianos entrarão em campo na Filadélfia. Ainda que venham de derrota por 1 a 0 para a Escócia na rodada de abertura e precisem pontuar para alimentar a esperança de classificação, eles jogarão com um peso nas costas bem menor do que o carregado pelo adversário.

"Nossos rivais têm muito mais a perder do que nós. Que sorte para os meninos jogar nesse tipo de atmosfera", afirmou o técnico Sébastien Migné. "Temos uma montanha difícil para escalar contra o Brasil, mas vamos tentar estar à altura do desafio. Vai ser um jogo de prestígio", acrescentou o francês.

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