Fãs no parque Villa-Lobos, em São Paulo, avaliam escalação de Ancelotti e melhorias na atuação do Brasil
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Torcedores fizeram o chão da Casa CazéTV, em São Paulo, tremer com os gols de Matheus Cunha, camisa 9, e Vini Jr., número 7, na noite desta sexta-feira (19).
A vitória sobre a seleção haitiana na Filadélfia (EUA) colocou a seleção brasileira, depois de um empate com Marrocos na estreia, na liderança do Grupo C da Copa do Mundo.
A reportagem acompanhou a transmissão da partida no espaço instalado no parque Villa-Lobos, na região oeste da capital paulista. A pista no local estava abarrotada no apito inicial. Bandeiras e camisas da seleção tomavam conta do ambiente.
Em meio à multidão vestida de amarelo, também era possível encontrar torcedores com máscaras com o rosto de Vini Jr., um dos nomes mais celebrados da noite.
Os gols brasileiros foram comemorados com pulos, abraços e muitos gritos, além de cerveja jogada para o alto.
O público acompanhava cada ataque da equipe de Carlo Ancelotti com olhos atentos. A atmosfera alternava entre tensão e euforia.
A judoca Beatriz Souza, 28, ouro nas Olimpíadas de Paris, assistiu ao jogo na Casa CazéTV.
"Eles [os jogadores] têm que saber que a gente está sempre torcendo por eles e pelo sucesso deles. Quando estão em campo, nosso coração está lá", afirmou a medalhista.
"Espero que eles possam carregar nossa emoção de torcedor, possam vibrar cada vez mais com a nossa torcida e façam muitos gols", disse a atleta.
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Durante o intervalo, os torcedores puxaram um dos cantos mais tradicionais ligados à seleção brasileira.
Em coro, entoaram: "Em 58, foi Pelé. Em 62, foi Mané. Em 70, o esquadrão. Primeiro a ser tricampeão. 94, Romário. 2002, Fenômeno. Primeiro tetracampeão. Único penta é o Brasilzão!".
Pouco antes da parada para hidratação no meio do segundo tempo, uma finalização de Gabriel Martinelli explodiu no travessão e arrancou um coro coletivo de "uuuuuh". Muitos torcedores ficaram incrédulos com a chance desperdiçada.




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